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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Dieta sem glúten

(Google Imagens)


Oi!

Quem me segue no Instagram (@julianavalera segue lá!) deve ter percebido que comecei a postar receitas sem glúten e usar glutenfree "hashtags". Sei que dieta sem glúten para perder peso virou modinha agora, mas esse não é o meu motivo.


O que acontece é que eu tenho tido sintomas intestinais (indigestão, barriga estufada, entre outros) ultimamente e em duas consultas médicas, quando comentei isso, os médicos decidiram pesquisar se eu era portadora de Doença Celíaca.


Algumas informações a respeito:


A Doença Celíaca de hoje

Ainda pouco conhecida, seus sintomas podem se confundir com outros distúrbios. Trata-se da Doença Celíaca, ou seja : A Intolerância permanente ao glúten. A Doença Celíaca geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida, podendo entretanto, surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. O tratamento da doença consiste em uma dieta totalmente isenta de glúten. Os portadores da doença não podem ingerir alimentos como: pães, bolos, bolachas, macarrão, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas, whisky, vodka,etc, quando estes alimentos possuírem o glúten em sua composição ou processo de fabricação. Devido a exclusão total de alguns alimentos ricos em carbohidratos e fibras, a dieta do Celíaco habitualmente é composta em sua maior parte de gorduras (margarina, manteigas, óleos, etc) e proteínas (carne em geral) e em menor parte de carbohidratos (massas sem glúten, açúcares, etc). Todo Celíaco que não transgride a doença, tende a ter um aumento do peso corporal, e desta forma deve ter uma dieta equilibrada. Para tanto, deve diminuir a ingestão de proteínas, moderar o consumo de gorduras e aumentar o consumo de frutas, sucos naturais, verduras e legumes, tornando sua alimentação mais adequada e saudável.

O que é o GLÚTEN ?

É a principal proteína presente no Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, e no Malte (sub-produto da cevada), cereais amplamente utilizados na composição de alimentos, medicamentos, bebidas industrializadas, assim como cosméticos e outros produtos não ingeríveis. Na verdade, o prejudicial e tóxico ao intestino do paciente intolerante ao glúten são "partes do glúten", que recebem nomes diferentes para cada cereal. Vejamos : No Trigo é a Gliadina, na Cevada é a Hordeína, na Aveia é a Avenina e no Centeio é a Secalina. O Malte, muito questionado, é um produto da fermentação da cevada, portanto apresenta também uma fração de glúten. Os produtos que contenham malte, xarope de malte ou extrato de malte não devem ser consumidos pelos Celíacos. O glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos, e por isto uma dieta deve ser seguida à risca. O Glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudica a absorção dos alimentos.

Veja a mucosa do intestino delgado com as vilosidades atrofiadas:



Compare com a mucosa do intestino delgado com as vilosidades normais:



Quais os sintomas mais comuns ?

O quadro clínico da doença se manifesta com e sem sintomas. No primeiro caso, há duas formas:

A CLÁSSICA>

É freqüente na faixa pediátrica, surgindo entre o primeiro e terceiro ano de vida, ao introduzirmos alimentação à base de papinha de pão, sopinhas de macarrão e bolachas, entre outros industrializados com cereais proibidos. Caracteriza-se pela diarréia crônica, desnutrição com déficit do crescimento, anemia ferropriva não curável, emagrecimento e falta de apetite, distensão abdominal (barriga inchada), vômitos, dor abdominal, osteoporose, esterilidade, abortos de repetição, glúteos atrofiados, pernas e braços finos, apatia, desnutrição aguda que podem levar o paciente à morte na falta de diagnóstico e tratamento.

NÃO CLÁSSICA

Apresenta manifestações monossintomáticas, e as alterações gastrintestinais não chamam tanto a atenção. Pode ser por exemplo, anemia resistente a ferroterapia, irritabilidade, fadiga, baixo ganho de peso e estatura, prisão de ventre, constipação intestinal crônica, manchas e alteração do esmalte dental, esterilidade e osteoporose antes da menopausa.

ASSINTOMATICA

E se não houver sintomas? Há ainda, a doença na forma assintomática. São realizados nestes casos, exames (marcadores sorológicos) em familiares de primeiro grau do celíaco, que têm mais chances de apresentar a doença (10%). Se não tratada a doença, podem surgir complicações como o câncer do intestino, anemia, osteoporose, abortos de repetição e esterilidade.


FONTE: Associação dos Celíacos do Brasil - ACELBRA



Meus exames deram negativos, mesmo assim eu tenho sintomas, portanto eu e minha médica decidimos que eu seguiria evitando o glúten, mesmo porque a farinha de trigo aqui nos Estados Unidos é de qualidade inferior, segundo ela. Posso ter sensibilidade ao glúten, que acaba sendo muito mais comum que a Doença Celíaca.


Às vezes eu escapo porque eu ainda gosto muito de certas receitas, como a minha lasanha, por exemplo, mas isso acontece esporadicamente.

O resultado? Estou perdendo peso. Existem outros fatores relacionados ao meu peso que preciso discutir aqui antes que todo mundo pense que estou perdendo peso somente porque cortei o glúten da dieta, prometo fazer um post sobre isso e explicando todos os fatores, ok?

Aguardem receitas deliciosas sem glúten!

Beijos

domingo, 23 de junho de 2013

Verão, férias e visita.


Sexta passada (21 de junho) finalmente chegou o verão, e com ele minhas duas semaninhas de férias da faculdade. E nessas mini férias terei uma visita super especial aqui em casa, então se eu sumir daqui, vocês já sabem o motivo!

O duro é que eu estou "de mal" da balança e do espelho, e tenho uma lista de comidinhas para fazer e restaurantes para levar essa visita, e agora como faz? Ela se acaba e eu fico na saladinha, né... Estou reduzindo o glúten na minha dieta, vou abolir se precisar, vamos ver se assim me sinto menos inchada e perco peso. Até postei esses dias na página do blog no Facebook um link com um texto ótimo sobre açúcar, farinha e cocaína. Pois é! Se puder, leia!

Nunca fui disso, mas a idade e os problemas de saúde vão chegando e atrapalhando a gente, sem contar que já tive algumas conversas com pessoas que contaram que quando se mudaram para os EUA, em 3 meses, ganharam 10 kilos, mesmo não comendo fast food. O que dizem é que a comida aqui tem tanta química que nosso corpo sente a diferença. Triste...

Eu mal como doces, como muitas frutas e verduras, salada, legumes, não gosto de refrigerante e frituras, nem açúcar coloco no meu chá! Como a cada 3 horas, sempre em pequenas porções e cozinho o quanto posso em casa para não ficar comendo na rua, nem suco bebo mais (só se for natural) e continuo me estranhando com a balança e com o espelho. Justo no verão?

Meu maior problema é não beber água, se eu ficar em casa eu não bebo nada. E trabalhando e estudando fiquei sem tempo para fazer exercícios, eu treinei e já corria 5km três vezes por semana. Espero que no próximo trimestre eu consiga me organizar melhor para voltar a me exercitar.

Ahh, esse post virou um desabafo, né? Desculpem! Estou mega feliz e ansiosa para curtir os próximos dias!!



Beijos e uma linda semana!
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